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(A notícia... divulgada pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura)
Nesta Sexta-feira(28), (e nem é a data certa. É sexta-feira, 27) toda a comunidade está convidada a participar de uma Audiência Pública sobre o Estacionamento Rotativo. Desde o início do Governo, a Secretaria de Habitação e Mobilidade Urbana vem estudando uma nova forma de gestão do Estacionamento pago, que tem um déficit em torno de 350 mil reais ao ano. Segundo o Secretário de Habitação e Mobilidade Urbana Ramão Moreira, o estudo aponta que o estacionamento rotativo é um serviço muito importante para os santa-rosenses, mas deve ser melhorado, “temos que tornar esse serviço eficiente e auto-sustentável”. Durante os meses de fevereiro e março, foram realizadas reuniões com entidades de Santa Rosa para discutir a melhor forma de atuação. Agora, o projeto de mudança vai ser apresentado para a comunidade. Por isso, é importante a participação de todos na Audiência Pública, que vai ser realizada na Câmara de Vereadores às 18h 30min, nesta sexta-feira. OK. 1 – há, de parte do governo e da comunidade local, um reconhecimento de que o serviço deu certo, é bom e deve ser mantido. Melhorado? Sempre que puder. 2 – há consenso dos usuários de que o valor não deve ser elevado. Então, eficiente e autossustentável? Sim, se possível que se financie. 3 – já houve debate com as entidades, dito pela Administração. A Audiência é “chover no molhado”. As decisões já estão definidas. É um mero aval. 4 – se o estacionamento dá “prego”, é justo fazer ajustes. Mas, o programa tem uma finalidade social importante ao abrir espaço para a socialização de jovens. O Governo local contraria a política assistencialista do Governo Federal, pois diante dessa análise lucro ou prejuízo muda de perspectiva. Ou o Bolsa Família dá lucro? 5 – já sei... não vão demitir meninos e tal. Mas alguém vai ter que pagar a conta que o Governo não quer subsidiar. Quem?
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 12h54
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(Soneto sobre o ontem a dois) Daqueles que amamos, sentir saudade não causa a nós estranheza, pois que é da nossa natureza querer que seja para a eternidade. Estranho, é sentir falta do que fomos dos beijares, dos sustos, das carícias, das sutilezas às escondidas, das primícias do eu mais tu, que hoje - só eu e tu, somos Não é sentir de mim, a ausência, é como se desconhecido eu fosse do que conheço desde a infância. Se d´oje dúvida tenho, vou ao espelho. Para ver o que fui, recorro às imagens. A busca, é entender, se fomos uma miragem. C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h55
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