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Mostra do Ado, na Biblioteca
O escultor Ado Souza expõe, até o dia 1° de agosto, na Biblioteca Pública Municipal Olavo Bilac, um conjunto de peças em madeira. A exposição está aberta à visitação das 07h30min às 19h. Ado, que já tinha grande intimidade com a argila, passou a aplicar sua arte também em madeiras, e o resultado pode ser conhecido na exposição. São inúmeros personagens, como peões, mulheres, agricultores e personagens do cotidiano, que tem no artista um porta-voz. As obras produzidas por Ado são pintadas por Nelci, esposa do escultor. Texto acima (Noroeste)
Fui conferir de perto o trabalho do ADO na Biblioteca. O Ado, irmão do Mó e parceiro na jornada de criação do livro Santa Citá (ou algo parecido), com o Darques Lunelli, lá pelos idos de 1980.
Por opção, escolheu peças com cores vivas, que levam imediatamente a um choque aos olhos, voltando o espectador algumas décadas no tempo. E esse também é o mote dos personagens retratados, o peão de estância, o lavrador, a lavadeira, a dançarina de flamenco, etc. É, uma volta a algum lugar de ontem, um saudosismo, uma captura de personagens que nos foram muito comuns até bem pouco tempo e hoje quase desapareceram com o crescimento da cidade, com a tecnologia cercando tudo.
A exposição do Ado remete também a um regionalismo, ou ao menos, ao um microrregionalismo, de certa forma, porque está muito próximo de nós. Em um determinado momento o retrato da obra é o homem do campo, depois o que se apresenta é o campo no homem, num tempo só.
Ah, e o Cristo, perdido nisso tudo, meio destoando do restante, é uma obra fantástica.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h58
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Noite para ver Dante Show Missioneiro com Pedro e Darlan Ortaça, com Antônio Carlos (Careca) e com Dante Ramon Ledesma. É música de ótima qualidade. Só a presença do Dante já vale o ingresso. Ele é muito bom. Se quiserem uma sugestão, ouçam “Sonhos na calçada”. Uma poesia musicada, inigualável. Nesta quinta, no Centro Cívico e Cultural - a partir das 20 horas Ingressos a R$ 10,00.
(POESIA, para não perder o hábito)
A derradeira
Ninguém virá depois.
É como se a boca se fechasse feito fenda em tronco de árvore por onde adentrou a abelha para deixar seu mel.
Que é a vida, senão a busca dos caminhos que levam ao céu?
A eternidade é a promessa.
A eternidade é essa promessa.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 09h49
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Chega primeiro CD de Kiko
O músico e compositor Adroaldo Traczynski, o Kiko, conhecido por integrar a dupla Kiko e Márcio, está lançando neste mês de julho o seu primeiro CD De Boina, Bota e Bombacha. Foi na terça-feira de carnaval de 2005, a beira do rio Uruguai, enquanto Kiko, cercado de amigos e familiares, dedilhava algumas notas no violão, que De Boina, Bota e Bombacha começou a nascer. Como conta a segunda música do CD "Um canto para um passarinho", um pequeno e manso pássaro integrou-se ao grupo de amigos, andando por entre as pessoas, circulando a toa na maior mansidão. Fez de puleiro o braço do violão, bicou no sal grosso da carne do churrasco, voou pela casa e pousou para fotografia. Da cena inusitada surgiu a primeira composição e letra de Kiko Gaúcho. Estimulado pelos amigos, Kiko, que aos cinco anos já dedilhava as primeiras notas no violão, começou a desenvolver mais uma arte: escrever músicas. A casa do irmão com sede na costa do Rio Uruguai foi inspiração para a música "Na Casa do Sapateiro", o Galpão da Casa do Pai do Daniel – colega de trabalho – deu origem a letra "Pra um Galpão Crioulo do Itajubá", uma noite de chuva inspirou recordações da infância para compor "Morar no Interior". E assim, Kiko foi transformando em música, fatos simples do seu cotidiano. "Histórias reais, que acontecem no dia-a-dia, que lembram os costumes e a tradição do nosso Estado, que valorizam nossa cultura, que enaltecem a costa do Rio Uruguai, que lembram que a vida é feita para se encontrar. Enfim, canto sobre aquilo que sou apaixonado", resplandece os olhos do artista. O CD apresenta 11 composições, todas de autoria de Kiko Gaúcho, sendo uma das faixas, uma payada. O estilo é nativista, e como explica Kiko, integra o nativo costeiro, ao nativo campeiro. "Procurei ser eu mesmo, cantando as coisas da nossa região", destaca. Os ritmos variam, da milonga, ao chamamé, da valsa a chacarera. Na Produção Kiko participa na voz, violão e guitarron, contando com a participação especial de Marcos Alves no contrabaixo, percussão, viola e vocais, Andriano Justen (Nene) na gaita, Nelsi Morales, no violão (faixa 11). A gravação, mixagem e masterização foram realizadas pelo estúdio MDA, de Santa Rosa, sob a direção de Marcos Alves e o projeto gráfico de Public Connection Comercial Fonográfica. Adroaldo Traczynski desde criança encontrou na música uma grande paixão. Com cinco anos aprendeu as primeiras notas. Aos treze, quando veio morar na cidade, começou a estudar, com a ajuda de revistas de música. O talento e dom estavam no sangue, iniciou na carreira artística em 1993, apresentando-se em barzinhos. Inicialmente só, depois com o amigo Flávio constitui a primeira dupla, que mais tarde transformou-se no Grupo Sul Brasil e depois em Banda Helena. Hoje o músico integra dupla com Márcio, que se apresenta em bares, festas, casamentos, jantares. O CD é uma produção solo, e o lançamento do trabalho acontece nos próximos finais de semana, em shows na Pizzaria Mordomia e em Jantar Dançante no CTG Chama Crioula, no dia 26 de julho, promovido pela UNIJUÍ. Contatos para shows e aquisição do CD pelos telefones 55 3512 2776 ou 9988 4292. TEXTO: Patríca Koling, via Unijuí
Biblioteca Municipal - novo horário Agora é possível retirar livros ao meio-dia, ou quem sabe, aproveitar o horário do lanche para ler alguma coisa. A Biblioteca Pública Municipal Olavo Bilac desde o dia 1º de julho está funcionando no horário das 07h30min às 19h ininterruptamente, ou seja, não fechando ao meio-dia. Maiores informações poderão ser obtidas através do fone: 55-3513-1119 ou pelo endereço eletrônico: biblioteca@santarosa.rs.gov.br, com a equipe de Servidores da Biblioteca.
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 15h55
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(Microcontos) ...guardados em gavetas antigas.
Idéia
Enriqueceu na fila do banco. A lucidez das suas idéias germinou e findou ali. Duas horas em pé, papéis à mão, para sacar direitos trabalhistas. Solas dos pés formigavam. Um vizinho de fila puxou papo. Desestimulou-o aos muxoxos. A queda da conexão da internet aumento a irritação. Conferiu os rostos. À flor da pele, e impropérios. Se pelo menos pudessem esperar sentados... Fazer o quê? Era um simples metalúrgico à espera do Seguro Desemprego, uma cobra gigante atrás de si. E brotou o lampejo afortunado. Sorriu entredentes, para reter a idéia no vão da ausência de um canino. Quando foi atendido, na cabeça estava desenhada a fábrica de assentos estofados, com vendas direcionadas às repartições públicas.
Seu João Seu João foi à vila, vender couro de boi morto à picada de alguma peçonhenta na tarde quente do campo. Viu a placa de excursão. No balcão da venda sertaneja, os olhos cintilaram mais que as moedas. A serpente tentou oferecendo a fruta da ilusão. A cidade gigante engoliu Seu João.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 10h09
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A tolerância zero no Resistência
O evento deste sábado, dia 19, discutirá a lei nacional apelidada de “tolerância zero”, exatamente devido ao rigor imposto aos motoristas. Se você é pró ou contra, não faz diferença na hora do debate. Faz diferença é você estar lá.
20h SESC Santa Rosa Larry, Coelho e cia (o cia são todos vocês).
OBS: se alguém souber do Everton, diz a ele que o email do Yahoo sempre retorna. E no Blog deles não consigo postar comentários, embora eu os leia.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h31
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