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(Artigo)
De Fernando Albino a Fehlauer
Há algum tempo busco inspiração para escrever um texto sobre a poesia em si, sobre a arte de acolherar palavras para distribuí-las em sinfonia muda no branco do papel. Mas, prescinde escrever sobre a poesia maior, a pensada, elaborada, a originária do consistente trabalho, da busca pelo melhor termo. Na verdade, queria direcionar algumas linhas a Fernando Albino da Rosa e Edwino Fehlauer, poetas diferenciados na plêiade.
Edwino Fehlauer é um desconhecido para quase todos nós. É conhecido por ser filho dos Fehlauer do 14 de Julho. Mas na poesia, passa despercebido à maioria. Não deveria. Como leitor, graduado em Letras, crítico, se assim posso me denominar, vejo neste ilustre senhor, do alto dos seus 70 anos, o mais completo e profundo dos nossos poetas. Quem leu “No caminho das curvas” deliciou-se. É, até onde sei, seu único livro (e fica aqui um lamento). Um livro de capa verde, com ilustrações igualmente belas em seu interior. Edwino, venceu duas ou três vezes os concursos de Porto Alegre, onde se sabe, o corpo de jurados é extremamente crítico. Escreve contos também. Pouco sei dele, embora o tenha visitado duas ou três vezes, mas imagino que deve possuir um rico acervo em suas gavetas, à espera sabe-se lá do quê.
Deveria brindar os santa-rosenses com mais alguns poemas, mais uma obra talvez. Perderá dinheiro, é certo, porque a literatura ainda não recebe a mesma atenção que os bens materiais palpáveis. No entanto, estaria contribuindo para elevar a cultura daqueles que tiverem acesso ao trabalho.
Já a obra de Fernando Albino da Rosa conheci a fundo quando trabalhei com Sávio Hermes na elaboração da antologia pessoal, editada pela ASES, Câmara e município. Impressionou-me não apenas o vasto vocabulário, ou o civismo declarado, ou algumas construções poéticas difíceis, especialmente em sonetos. Fiquei admirado com as idéias de construção dos livros. Um, por exemplo, retrata as estações da Via Sacra, todas. Incrível. Esse é o verdadeiro autor, o que pensa detalhadamente cada elemento do poema, mas também, planeja uma obra única, não um “amontoado” de poesias dispersas sob o nome de livro.
Essa reflexão vem acompanhada de um pedido, um clamor, para que nossas autoridades do Legislativo e do Executivo, concebam um Fundo de Apoio à Literatura em Santa Rosa, como foi proposto pela ASES em algum momento, passando por um Conselho de Edição. Houve apoio, sim, a edição de livros nos últimos anos, e isso é bom, mas um grupo de estudos poderia avaliar autores e trabalhos merecedores de incentivo diferenciado, com uma estratégia ampla, de chegar forte junto às escolas. Que bom se todos tivessem acesso à poesia, e quem sabe, conhecessem Edwino Fehlauer e a obra de Fernando Albino da Rosa.
C.Martin
(SEJA parceiro do meu blog. Copie artigos, espalhe o endereço, indique, etc. É o que motiva a continuar nesta peleia.)
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 11h22
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(poesia acerca do amor e dos espaços.)
Ouvir Deus é fazer a tradução dos sinais contidos no botão da flor quando se abre no vôo inaugural de uma ave num olhar singelo... na ausência da palavra dita
A proximidade do aconchego que inventou a fala? Ou a distância levou a precisá-la.
No tempo do não-falar no primeiro silêncio entendia-te melhor.
C.Martin
SESC CINEMA em Santa Rosa
Neste mês de julho, a cidade de Santa Rosa irá receber mais uma edição do projeto CineSesc. A iniciativa, promovida pelo Arte Sesc – Cultura por toda parte, realizará sessões de filmes no Teatro do Sesc, localizado na Rua Concórdia, 114. Nos dias 10 e 17 de julho, às 9h, será exibida a Coleção de Curtas Charles Chaplin. Já nos dias 24 e 31, no mesmo horário, é a vez do drama Cinema aspirinas e urubus ser apresentado ao público. Veja abaixo a programação completa.
10 e 17/07 Filme: Coleção de Curtas Charles Chaplin Sinopse: Sir Charles Spencer Chaplin, Jr., mais conhecido como Carlitos, ou apenas Chaplin, foi uma das maiores figuras do cinema mudo, revezando entre diretor, ator, roteirista e produtor de inúmeros filmes. Essa coleção apresenta curtas-metragens raros do cineasta, e promete servir ao mesmo tempo como documento histórico e fonte de entretenimento.
24 e 31/07 Filme: Cinema, Aspirinas e Urubus Sinopse: No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema, para vender um remédio “milagroso”. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum.
Textos: SESC
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 19h51
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REPASSANDO REGULAMENTOS DE CONCURSOS LITERÁRIOS
Histórias de Trabalho 2008 O trabalho, vínculo das pessoas com o cotidiano, é tema apropriado para relato de experiências, textos ficcionais, textos teóricos e também fotos e desenhos. No sentido de valorizar as experiências no trabalho, as idéias, sentimentos e percepções sobre este tema, traduzidas em palavras ou imagens, é que nasceu o projeto Histórias de Trabalho. É um concurso que abrange seis categorias: Histórias Inventadas- histórias inventadas, com personagens trabalhadores em situações profissionais diversas Poesia- versos cujo tema é o trabalho Ensaio Acadêmico- texto teórico sobre o trabalho, baseado em dissertações e teses universitárias Fotografia- fotos de cenas de trabalho História em Quadrinho e Cartum- desenhos de situações de trabalho em forma de cartum ou de narrativa em quadrinhos. Assim, temos quatro categorias de texto-linguagem verbal-e duas categorias de imagens(fotografia e desenho), linguagem não-verbal. Paralelamente às inscrições para o concurso, no período de 12 de junho a 29 de agosto,estão ocorrendo oficinas de narrativa, poesia e hqs/cartuns,como incentivo à produção de trabalhos para o concurso. Este concurso pretende registrar as histórias de trabalho vividas ou imaginadas pelas pessoas interessadas em refletir sobre o seu cotidiano, o conteúdo de sua atividade profissional, as alegrias, frustrações e problemas. O resultado será um perfil do trabalhador em diversas áreas, uma espécie de memória não-oficial do trabalho. Desde 2006, uma exposição itinerante composta por 11 banners apresenta imagens e textos selecionados no período de 1996 a 2006, com o objetivo de divulgar o projeto nas instituições interessadas no empréstimo desse material. Anualmente, no período de abertura do concurso, é promovido um evento em homenagem aos autores selecionados na edição do ano anterior e o lançamento do livro com os trabalhos desses autores.Neste ano, a homenagem ocorreu em 18 de junho, no Teatro de Câmara Túlio Piva e reuniu 215 pessoas, lotando o teatro.Na ocasião, foi lançado o livro Histórias de Trabalho 2007,cuja sessão de autógrafos terá reprise na Feira do Livro,em novembro, quando também será divulgada a lista dos selecionados em 2008, a 15ª edição do concurso. Mais informações no site: www.portoalegre.rs.gov.br/smc <http://www.portoalegre.rs.gov.br/smc> (link literatura -histórias de trabalho) e-mail: historiastrabalho@smc.prefpoa.com.br <mailto:historiastrabalho@smc.prefpoa.com.br>, ou pelos telefones 32898075/8074/8076 Atenciosamente Maria Tereza Zatti- responsável pelo concurso
Festival de Poesia Falada do Rio de Janeiro (Prêmio Francisco Igreja) A APPERJ - Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro convida todos os poetas a participarem do FESTIVAL DE POESIA FALADA DO RIO DE JANEIRO - PRÊMIO FRANCISCO IGREJA. O tema do concurso é livre, sendo aceitos todos os estilos poéticos. Poderão participar poetas residentes no país, de qualquer nacionalidade, exceto os diretores da APPERJ. Cada concorrente poderá enviar até três poemas inéditos, em língua portuguesa, digitados, de no máximo 30 linhas (espaços inclusive), em 3 (três) vias de cada, acompanhados da taxa de inscrição: 10 reais por poema e cinco selos simples (cópia do depósito feito em nome de APPERJ, Banco Real, ag. 0367, cc 8736848), até o dia 31 de julho de 2008, para: Festival de Poesia Falada do Rio de Janeiro - Prêmio Francisco Igreja; Estrada de Jacarepaguá, 7166/404. Cep: 22753-045, Rio de Janeiro/RJ, valendo como data de entrega o carimbo do correio. O trabalho deverá ser apresentado com pseudônimo e os dados do autor deverão ser enviados em envelope lacrado, digitado (não serão aceitos poemas manuscritos), constando de: nome completo do autor; nome literário; pseudônimo; título da obra; endereço completo - CEP inclusive; telefone para contato - indicar DDD; e-mail. O envelope lacrado com os dados do autor deve ser enviado dentro do envelope maior contendo o(s) poema(s) para o concurso. Colocar como remetente, o nome Francisco Igreja e o mesmo endereço do destinatário. A identificação indevida do poeta, assim como o não atendimento a qualquer item do regulamento, acarretará na desclassificação do mesmo. Os poemas serão julgados por literatos reconhecidamente idôneos da comunidade poética brasileira, cuja decisão será irrevogável e irrecorrível. Serão considerados na decisão: a correção da linguagem, a beleza das imagens poéticas e a originalidade com que o tema for tratado. Premiação: Categoria Única - serão selecionados os 20 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Honrosa e prêmios no valor de mil reais, assim distribuídos: 1° lugar: R$400,00; 2° lugar: R$300,00; 3° lugar: R$200,00 e melhor intérprete: R$100,00. O poeta 1° lugar em texto receberá o Prêmio Francisco Igreja, que constará de: além do prêmio em dinheiro; publicação sem ônus na coletânea PERFIL e medalha Francisco Igreja. Ao apperjiano mais bem classificado dentre todos os concorrentes, será oferecido certificado, o Troféu Francisco Igreja e prêmio publicação, sendo seu poema publicado graciosamente – sem ônus, na Coletânea PERFIL. A seleção será feita por associados convidados. A classificação dos poemas selecionados será feita por júri presente ao evento que, também, considerará a oralidade na seleção do melhor intérprete (tempo máximo de apresentação de 10 minutos, a ultrapassagem do tempo estimado acarretará em desclassificação). Concorrerão todos os intérpretes, autores ou não. Os poemas selecionados para a cerimônia de premiação serão publicados nos sites da APPERJ e da OFICINA Editores (apoio cultural). O encerramento do concurso acontecerá dia 16 de setembro de 2008 (3ª feira), a partir das 17h, no Auditório Machado de Assis, da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Pedimos a todos os concorrentes, que indiquem a intenção de comparecer ao encerramento ou o nome de um poeta carioca que gostariam viesse a representá-lo. A Diretoria da APPERJ garante, antecipadamente, a apresentação dos poemas selecionados, durante a festa de encerramento. Outras informações pelos tel: Márcia Leite (21) 2447-0697 / Sérgio Gerônimo (21) 3328-4863.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 17h57
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(Abaixo a esta matéria está o regulamento de um concurso literário da FEUC, no Rio. À medida do possível publico os regulamentos que recebo por email)
Reportagem publicada no Jornal Noroeste
A rivalidade Gre-Nal chega às nossas ruas Por Clairto Martin e Luciano Brizola Em cada Gre-Nal, ou em jogos importantes onde um dos dois clubes estejam envolvidos, as ruas de Santa Rosa, especialmente as centrais, são sacudidas por agitações. Nos episódios mais recentes, houve brigas nas ruas e até intervenção policial com prisões. As pessoas que não têm nada a ver com o “bolor” avaliam a situação como preocupante, não muito diferente da balbúrdias de Porto Alegre ou região metropolitana, onde no domingo houve mortes. A questão é: é possível ou necessário impor um limite aos torcedores? Primeiro, eram festas (sadias), carreatas, agitações que maravilhavam os santa-rosenses. Era um extrapolar sem agredir alheios. Em dias de títulos ou decisões importantes, havia foguetório, buzinaço, alegria em efusão. Agora, entram em pânico nestes dias aqueles que residem ao longo da Avenida Rio Branco ou suas imediações, ou mesmo perto de algum bar que faça transmissão de jogos. É assunto corrente na cidade essa onda de rivalidade e violência demonstrada pelos torcedores de ambos os lados. Piorou nos dois últimos anos, com os principais títulos do Inter, a ascensão do Grêmio à Série A e a final da Libertadores em 2007. Gremistas e colorados não estão mais festejando, trocam ofensas e não raras vezes, partem ao confronto. Antes, o pretexto era a festa por um título, agora, serve inclusive comemorar a derrota do adversário. As pessoas se perguntam o que está acontecendo...? No domingo, 29, foi 1x1 no Gre-Nal do Olímpico. Nas ruas de Santa Rosa venceu a Polícia. Felizmente as autoridades agiram com rigor e impediram atos piores de vandalismo. Foram oito feridos em confusões de torcidas. Gremistas e colorados entraram em confusão nas imediações de bares, localizados perto da Praça Alemã e da Praça da Bandeira. Em cada um destes locais estiveram mais de 15 pessoas envolvidas nas brigas. Os policiais que compareceram ao local preocuparam-se mais em socorrer as vítimas que propriamente prendê-las, tamanha era a confusão. Após terem sido medicados no Hospital, todos foram levados à Delegacia de Polícia onde cada um fez seu registro policial. Ninguém representou. O delegado Márcio Steffens disse que as ocorrências ficam na DP aguardando manifestações das partes. “O álcool é combustível das emoções em muitos destes casos. Nestas confusões deste final de semana a maioria dos jovens havia ingerido bebida alcoólica”, constata Luciano Brizola. Outro dado verificado é que todos são pessoas com trabalho fixo. “Nós já tivemos episódios anteriores envolvendo torcidas, mas sempre de menor expressão, como fatos mais isolados. O que vi no desta vez me assustou” O capitão Neves, comandante do Patrulhamento Ostensivo da BM, por sua vez, disse que irão reavaliar a situação verificada, no sentido de melhorar a prevenção e evitar este tipo de ação. A BM adotará outra postura já para o próximo Gre-Nal. A psicóloga e professora Sílvia Colombo, ligada ao curso superior de Psicologia da UNIJUÍ, campus de Santa Rosa, explica assim o fenômeno: vivemos um momento histórico e social onde as relações pessoais estão bastante fragilizadas e muitas vezes as pessoas buscam espaços onde existem aglomerações humanas para extrapolar emoções reprimidas em sua vida cotidiana. É o caso de shows, festas e jogos, quando as confusões “pesam” sobre grupos e não sobre a identidade individual. Um exemplo é acompanhar uma partida de futebol, onde é possível perceber com clareza sujeitos proferirem xingas e gestos obscenos contra árbitros, jogadores, técnicos e torcida adversária. Estes indivíduos estão, na verdade, “despejando” aí a carga emocional contida no seu espaço de trabalho, no ambiente familiar, etc, uma espécie de “vingança social”. No caso dos jovens, muitas vezes a agressividade produzida demonstra claramente a falta de leis simbólicas (ou seja, referência de autoridade, modelos, exemplos corretos). Seus gestos são, não raramente, para chamar a atenção da sociedade. Com dificuldades para se expressar, é comum vermos o que seria um debate, uma brincadeira ou mesmo uma ofensa ser transformada em atos violentos, brigas e até mortes, como em São Leopoldo. Vem aí dois Gre-Nais pela Copa Sul-Americana. Diversão, sim. Violência é desespero de ignorantes.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h31
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PRÊMIO FEUC DE LITERATURA - 2008 - REGULAMENTO Justificativa: a FEUC, através do seu Centro Cultural, realiza o PRÊMIO FEUC DE LITERATURA – Versão 2008, com o objetivo de incentivar a criação artística e premiar seus autores. Categorias: o Prêmio FEUC de Literatura se divide em três categorias: – Aluno da FEUC (estudante da Faculdade, da Pós-Graduação, do CAEL e do Colégio Magali); – Comunidade (quem reside no Estado do Rio de Janeiro, não sendo aluno da FEUC); – Outros Estados (quem não reside no Estado do Rio de Janeiro). Modalidade: poema. Tema: de livre escolha para as três categorias. Apresentação: obra digitada em papel A4, em um dos lados da folha. Quantidade: 1 (uma) obra por candidato; no máximo 30 (trinta) versos; fonte Times New Roman; tamanho 14;.enviar 6 (seis) cópias do poema e o disquete (ou cd). Identificação: abaixo do poema, colocar o pseudônimo e a categoria a que pertence o autor. – Numa ficha anexa, as seguintes informações: nome, endereço, CEP, e-mail, telefone, pseudônimo, título do poema, nome do intérprete e a categoria em que está concorrendo. – Não é necessário enviar currículo. – No envelope, deverão constar: Prêmio FEUC de Literatura 2008, pseudônimo e categoria. Inscrição: de 23 de junho a 06 de setembro de 2008, valendo a data da postagem nos correios. – Os trabalhos deverão ser entregues na tesouraria da FEUC, ou enviados para: Centro Cultural da FEUC PRÊMIO FEUC DE LITERATURA 2008 Estrada da Caroba, 685 - Campo Grande - Rio de Janeiro/ RJ CEP 23085-590 (Tesouraria) Julgamento: a comissão julgadora selecionará os melhores trabalhos, os quais estarão classificados para a final do concurso. – Os nomes dos jurados serão divulgados em ocasião oportuna. Premiação: – Aluno da FEUC e Comunidade: 1º lugar: R$ 250,00 - troféu e certificado 2º lugar: R$ 150,00 - troféu e certificado 3º lugar: R$ 100,00 - troféu e certificado – Outros Estados: 1º lugar: R$ 200,00 - certificado e 2 (dois) exemplares da antologia a ser editada. 2º e 3º lugares: certificado e 2 (dois) exemplares da antologia a ser editada. – O melhor intérprete de poesia (Aluno da FEUC e Comunidade) receberá certificado e troféu. Resultado: todos os inscritos serão comunicados por e-mail quanto à classificação das obras para a final do concurso, que acontecerá nas dependências da FEUC, no dia 13 de dezembro, às 19 horas, com entrada franca. Maiores Explicações: 1. O autor deve indicar o nome do intérprete de seu poema na ficha de identificação, podendo ser ele próprio. 2. Caso seja editada uma antologia com as obras classificadas, a FEUC se reserva o direito de distribuí-la para entidades culturais e/ou vendê-la para ressarcimento de custos, como também publicar essas obras em outras edições. 3. As antologias serão dadas aos candidatos, a título de direitos autorais, na seguinte disposição em cada categoria: – 1º lugar: 20 exemplares – 2º lugar: 15 exemplares – 3º lugar: 10 exemplares. – demais classificados: 5 exemplares para cada um. 4. O não-comparecimento do autor, ou de seu representante, na final do concurso implicará a desclassificação de sua obra. 5. Os trabalhos enviados não serão devolvidos. 6. A inscrição neste concurso corresponde à aceitação plena deste regulamento. O não-cumprimento do mesmo resultará a desclassificação do candidato. 7. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora do concurso. OBSERVAÇÃO: os itens 1, 3 e 4 não incluem a Categoria Outros Estados.
C.Martin (recebido por email. www.feuc.br)
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h24
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