Duas poesias curtas aos apreciadores das letras. Amanhã venho com a crônica. Valeu!
Sócio-ambiental
Vem de onde a sensação de tempo esvaído? Para onde foi o Éden?
Cansado. De tanto falar às formigas e ouvir o pranto das borboletas. No fim (que é sempre contínuo), são os tigres e os elefantes que mandam neste mundo animal.
(poesia dois)
Cotovelo
Eu não amanso o coração com cordas e mordaças.
Meu sangue se faz vinho a turvar os olhos na crise de outro nome que não o meu.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 16h36
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