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Aos amigos! Prometo, na segunda-feira, publicar um artigo contundente a respeito da nota escrita por Pierre Vasconcelos (afrancesado Pierry), que foi publicada no Jornal Noroeste nesta sexta e atinge frontalmente a ASES, entidade da qual fui presidente e sou sócio. Para a família, nenhuma linha, mas ao pseudo julgo ser necessário responder.
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 17h08
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Entre paredes moram morrem segredos
avançou o mundo avançaram as relações
a era do uni é extinta vai longe o poli hoje é multi
Entre paredes tudo.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 17h04
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A pior espécie de homem!!!
Você já foi agredido por alguém? A socos ou com palavras? Quase sempre, as pessoas concordam que as palavras doem mais. No meu caso, enquanto escritor, tenho os textos como arma, e quase sempre as uso para semear bons fluídos. Já há muitos tecendo artimanhas por aí. Queria escrever duas linhas sobre isso. Julgo que a pior espécie de homem inclui aquele banido do clube, do grupo. Aquele que por uma razão ou outra é mantido à margem, em clara declaração de desconfiança. Esse é como lobo sem matilha: agressivo, feroz, desproporcional, e que em tudo deixa transparecer sua tristeza e fúria. Em geral, quanto mais agressivo é este homem contra seus semelhantes, mais demonstra total descontrole sobre si. Quase sempre, trata-se de um enrustido, que quer ser algo e não consegue, ou, não pode. Quando alguém agride com freqüência é para extravasar algum desvio psicológico, uma fraqueza ou ineficiência. Dá sinais de fracasso. Escrevo isso para que vocês, leitores, pensem nisso quando forem agredidos. Analisem o agressor, a fundo, e verão que sob a égide da Justiça e da Bondade, há morcegos trancafiados. E, não reaja com dor ou desprezo. Se alguém lhe agride, é porque, o inconsciente pede dele ajuda. (OBS: não entendam mal. Esse texto não tem alvo específico. É apenas uma reflexão)
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 15h15
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Mudando algumas coisas... Claro, continuarei publicando neste espaço poesias e contos e outros textos meus e da Dé. Sempre que os tiver e julgar de qualidade. Mas, pensava em ser mais contundente. Não tenho coluna fixa no Jornal Noroeste. Tenho no site. Então, resolvi escrever neste blog algumas das anotações que tenho feito no programa de rádio, ao final da tarde, na Noroeste AM. Então, amigos, vou dividir com vocês algumas inquietações.
Trânsito A avenida Expedicionário Weber está más condições de trafegabilidade em muitos trechos. OK, que todo munod já viu. Ok, já anunciaram obras para não sei quando... Dodói 1 - os ciclistas sobre o passeio a gurizada que me desculpe, mas lugar de bike é na pista de asfalto. Os transeuntes, já não bastasse conviver com cães passeadores, precisam desviar, dar lugar, aos magros com suas magrelas. Sim, porque o trabalhador anda na ciclovia. Quem vai pela calçada, atropelando gente, são os piás mal-educados. Dodói 2 - alta velocidade do carros A diretora da Escola Municipal Expedicionário Weber pediu que eu registrasse o medo e a insegurança que rondam os estudantes quando são obrigados a atravessar a avenida. Já houve atropelamentos nesse trajeto. E realmente, a avenida virou pista de alta velocidade. Isso não tem como mudar. Mas tem como dar mais segurança. Dodói 3 - a piada da ciclovia A tal ciclovia é uma piada. Uma faixa pintada no asfalto, que ninguém obedece. É comum ver carro invadir esse espaço, e moto então, nem se fala. Em São Leopoldo tem um exemplo que poderia ser copiado. Lá, há um cordão de isolamento, com uns 10 centímetros, que não pode ser invadido por automóveis, sob pena de estourar pneus. Dodói 4 - as revendas de carros Essas realmente é incômoda. Há muitas revendas na avenida. Aliás, elas tomaram conta de todos os espaços disponíveis. Deve ter mais de 15 neste trajeto. No entanto, as garagens estão invadindo o asfalto. Sim, há muitos automóveis estacionados o dia todo na via pública. Pode? Acho que pode, mas, eles tomam uma das três vias, obrigam a ultrapassagens perigosas e motoristas a invadir a ciclovia. É risco para todos. Alguém deveria olhar para isso.
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 13h59
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(leitura sobre os temporais na alma humana)
onde um simples vento retine sinos é alta a torre ou elevada a colina.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 10h42
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