(pós chuvas de setembro, à espera de um São Miguel, talvez... Sem título)
Entre as muitas águas da chuva desce o peixe, fugido do açude no rumo da sanga da sanga ao rio ainda sem compreender porque as traíras atacam os homens tentam e a água é tão suja.
A força da tragédia o açude aberto voltar jamais.
Avançar e avançar até algum remanso. Esperar as águas serenarem e surgir um rio maior cujas margens delineia.
(C.martin)
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 11h36
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