Para Débora, neste dia especial. Amar é Camões ou Neruda correndo nas veias. Namorar, um eterno "ficar" todos os dias.
Vinda
Escrevi demais do amor desconhecido Compus dores de partos que não tive Enterrei mortos jamais pranteados Amei com fogos de folhas secas.
Papel e o azul das canetas bastaram Para criar todos os jardins possíveis De amores que em mim não Mas em algum lugar, vivem.
Fiz maravilhas para terras alheias Vi chorarem com meus poemas Amores se fotografaram nos temas
Do amor soube tudo, sem vivê-lo Fiz chover, mas seca terra continuei Até vires eterna água que me sustém.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h21
[]
[envie esta mensagem]
Registro
Deus e os anjos travessos registram nossos amores em seus cadernos azuis
Lembro que naqueles dias os gramados eram nosso céu e éramos estrelas da constelação perfeita
O céu era o nosso mar onde deitados na relva tocávamos a água com as pontas dos dedos.
Sobre nossas cabeças, o universo era uma mera folha e nós, as canetas...
Débora Rodrigues
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h33
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|