Caminho
Anda-se deveras à procura do que era o caminho
sozinho faz-se a guerra e morre-se aos pedacinhos
na estrada uma ponte implodida...
voltar sobre o campo minado corpos destroçados ou cruzar a nado o rio desconhecido...
C. Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 09h38
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(A poesia é minha, uma crítica à sociedade moderna. Escrevo sobre o novo homem, esse que não se preocupa com o semelhante e que põe seus lixos em calçadas e árvores).
Nova sociedade
Estas árvores enfeitadas estas caixas decorativas e papéis coloridos poderiam ser do Natal
talvez seja o nascimento de uma nova sociedade...
Estas árvores enfeitadas com sacolas brancas poderiam ser presentes são, no entanto frutos displicentes da modernidade.
Há lugar para todos? Há lugar para tudo e já não me iludo com o andar da carruagem.
C.Martin
Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 09h26
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