Histórico
 03/03/2013 a 09/03/2013
 16/12/2012 a 22/12/2012
 09/12/2012 a 15/12/2012
 02/12/2012 a 08/12/2012
 25/11/2012 a 01/12/2012
 18/11/2012 a 24/11/2012
 22/08/2010 a 28/08/2010
 15/08/2010 a 21/08/2010
 08/08/2010 a 14/08/2010
 25/07/2010 a 31/07/2010
 18/07/2010 a 24/07/2010
 11/07/2010 a 17/07/2010
 04/07/2010 a 10/07/2010
 27/06/2010 a 03/07/2010
 20/06/2010 a 26/06/2010
 13/06/2010 a 19/06/2010
 06/06/2010 a 12/06/2010
 30/05/2010 a 05/06/2010
 23/05/2010 a 29/05/2010
 07/02/2010 a 13/02/2010
 31/01/2010 a 06/02/2010
 24/01/2010 a 30/01/2010
 17/01/2010 a 23/01/2010
 10/01/2010 a 16/01/2010
 03/01/2010 a 09/01/2010
 20/12/2009 a 26/12/2009
 13/12/2009 a 19/12/2009
 06/12/2009 a 12/12/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 15/02/2009 a 21/02/2009
 08/02/2009 a 14/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009
 25/01/2009 a 31/01/2009
 23/11/2008 a 29/11/2008
 16/11/2008 a 22/11/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 02/11/2008 a 08/11/2008
 26/10/2008 a 01/11/2008
 19/10/2008 a 25/10/2008
 12/10/2008 a 18/10/2008
 05/10/2008 a 11/10/2008
 28/09/2008 a 04/10/2008
 21/09/2008 a 27/09/2008
 14/09/2008 a 20/09/2008
 07/09/2008 a 13/09/2008
 31/08/2008 a 06/09/2008
 24/08/2008 a 30/08/2008
 10/08/2008 a 16/08/2008
 03/08/2008 a 09/08/2008
 27/07/2008 a 02/08/2008
 20/07/2008 a 26/07/2008
 13/07/2008 a 19/07/2008
 06/07/2008 a 12/07/2008
 29/06/2008 a 05/07/2008
 22/06/2008 a 28/06/2008
 15/06/2008 a 21/06/2008
 08/06/2008 a 14/06/2008
 01/06/2008 a 07/06/2008
 20/04/2008 a 26/04/2008
 13/04/2008 a 19/04/2008
 06/04/2008 a 12/04/2008
 23/03/2008 a 29/03/2008
 02/03/2008 a 08/03/2008
 24/02/2008 a 01/03/2008
 17/02/2008 a 23/02/2008
 10/02/2008 a 16/02/2008
 03/02/2008 a 09/02/2008
 20/01/2008 a 26/01/2008
 06/01/2008 a 12/01/2008
 23/12/2007 a 29/12/2007
 16/12/2007 a 22/12/2007
 09/12/2007 a 15/12/2007
 02/12/2007 a 08/12/2007
 25/11/2007 a 01/12/2007
 18/11/2007 a 24/11/2007
 11/11/2007 a 17/11/2007
 04/11/2007 a 10/11/2007
 28/10/2007 a 03/11/2007
 21/10/2007 a 27/10/2007
 14/10/2007 a 20/10/2007
 07/10/2007 a 13/10/2007
 30/09/2007 a 06/10/2007
 23/09/2007 a 29/09/2007
 16/09/2007 a 22/09/2007
 09/09/2007 a 15/09/2007
 02/09/2007 a 08/09/2007
 26/08/2007 a 01/09/2007
 19/08/2007 a 25/08/2007
 12/08/2007 a 18/08/2007
 05/08/2007 a 11/08/2007
 29/07/2007 a 04/08/2007
 22/07/2007 a 28/07/2007
 15/07/2007 a 21/07/2007
 08/07/2007 a 14/07/2007
 01/07/2007 a 07/07/2007
 24/06/2007 a 30/06/2007
 17/06/2007 a 23/06/2007
 10/06/2007 a 16/06/2007
 03/06/2007 a 09/06/2007
 27/05/2007 a 02/06/2007
 20/05/2007 a 26/05/2007
 13/05/2007 a 19/05/2007
 06/05/2007 a 12/05/2007
 29/04/2007 a 05/05/2007
 22/04/2007 a 28/04/2007
 15/04/2007 a 21/04/2007
 08/04/2007 a 14/04/2007
 01/04/2007 a 07/04/2007
 25/03/2007 a 31/03/2007
 18/03/2007 a 24/03/2007
 11/03/2007 a 17/03/2007
 04/03/2007 a 10/03/2007
 25/02/2007 a 03/03/2007
 18/02/2007 a 24/02/2007
 11/02/2007 a 17/02/2007
 04/02/2007 a 10/02/2007
 14/01/2007 a 20/01/2007
 07/01/2007 a 13/01/2007
 31/12/2006 a 06/01/2007
 24/12/2006 a 30/12/2006
 17/12/2006 a 23/12/2006
 10/12/2006 a 16/12/2006
 03/12/2006 a 09/12/2006
 26/11/2006 a 02/12/2006
 19/11/2006 a 25/11/2006
 12/11/2006 a 18/11/2006
 05/11/2006 a 11/11/2006
 29/10/2006 a 04/11/2006
 22/10/2006 a 28/10/2006
 15/10/2006 a 21/10/2006
 08/10/2006 a 14/10/2006
 01/10/2006 a 07/10/2006
 24/09/2006 a 30/09/2006
 17/09/2006 a 23/09/2006
 10/09/2006 a 16/09/2006
 03/09/2006 a 09/09/2006
 27/08/2006 a 02/09/2006
 20/08/2006 a 26/08/2006
 13/08/2006 a 19/08/2006
 06/08/2006 a 12/08/2006
 30/07/2006 a 05/08/2006
 23/07/2006 a 29/07/2006
 16/07/2006 a 22/07/2006
 09/07/2006 a 15/07/2006
 02/07/2006 a 08/07/2006
 25/06/2006 a 01/07/2006
 18/06/2006 a 24/06/2006
 11/06/2006 a 17/06/2006
 04/06/2006 a 10/06/2006
 28/05/2006 a 03/06/2006
 21/05/2006 a 27/05/2006
 14/05/2006 a 20/05/2006
 07/05/2006 a 13/05/2006
 30/04/2006 a 06/05/2006
 23/04/2006 a 29/04/2006
 16/04/2006 a 22/04/2006
 09/04/2006 a 15/04/2006
 02/04/2006 a 08/04/2006
 26/03/2006 a 01/04/2006
 19/03/2006 a 25/03/2006
 12/03/2006 a 18/03/2006
 05/03/2006 a 11/03/2006
 26/02/2006 a 04/03/2006
 19/02/2006 a 25/02/2006
 12/02/2006 a 18/02/2006
 05/02/2006 a 11/02/2006
 29/01/2006 a 04/02/2006
 22/01/2006 a 28/01/2006


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis


Metade Sol, Metade Lua
 

 

Os temporais do Musicanto

Há alguns dias, no Bem-te-vi, anunciávamos que havia um nome antigo do PP indignado com os rumos do Musicanto. Os rumores, traduzidos em verdade logo em seguida, indicavam o descontentamento de Aquiles Giovelli com a indicação da jornalista Nice Richter para presidir o festival deste ano. A rusga foi além, tendo o advogado retirado seu nome das fileiras partidárias nas quais militou a vida toda.

Mas, passado este vendaval, quando tudo indicava a um encaminhamento, surgem nas ruas novas informações, desta vez sobre um desalinhamento entre o secretário de Cultura, Anderson Farias, e a presidente recém-empossada. Em geral, nestes falatórios sempre há um fundo de verdade... mesmo que apenas fundo.

Averiguamos no final de semana, cientes que o episódio relatado a nós era verdadeiro. Na segunda-feira, em contato com Anderson, ele mesmo confessou que houve o atrito, que classificou como irrelevante.

A esta altura já circulava nos bastidores a notícia que Nice renunciaria. Anderson mostrou-se surpreso, pois estava em Porto Alegre. O fato se confirmou ontem, e, o festival agora corre mais uma vez contra o tempo.

De tudo isso, a certeza: o Musicanto sobreviverá. Ele é maior que as desavenças que o cercam desde a sua criação.

 

 



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h12
[] [envie esta mensagem]



Novo Livro

Está concluído meu terceiro livro. 80 Imagens Poéticas.

É uma parceria com Luis Paulo Soares, que fez as fotos, e com sete amigos poetas. Sávio Hermes, Professor Roque, Ariceu Paiva, Ricardo Almeida, Leila Pinto, Maria Inez e a Dé (minha esposa e coautora do Metade Sol, Metade Lua).

A Coli imprime o livro, que estará disponível a partir de sexta-feira.

Lançamento? Acho que somente no final de janeiro ou fevereiro.

Caso queiram adquirir antes, procurem comigo.  



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h29
[] [envie esta mensagem]



E aí, pobres ou ricos?


Nós santa-rosenses somos um povo rico ou pobre? Arrisque-se a responder antes de continuar a leitura.
Depende para que lado pende o ramo da roseira. Em cima do muro, eu? Não é meu feitio. Mas quero lançar pétalas de inquietude nos leitores.
Um giro nas marginais da cidade, nas vielas onde moram centenas, escancara que a pobreza ainda é um incômodo espinho na sociedade. E só desmente esta realidade quem não se atreve a visitar certos pontos da cidade. Por outro lado, constantemente algumas empresas locais queixam-se da falta de mão de obra para dar conta da demanda produtiva, ou seja, desemprego não há. As duas verdades são claras, e delas faça a leitura que quiseres.
Nesta semana o IBGE e a Fundação de Economia e Estatística divulgaram os dados do desenvolvimento do Estado. O mapa mostra que Santa Rosa é a 27ª maior economia gaúcha. Traduzindo, está entre as 30 cidades mais ricas do Rio Grande do Sul, o que não é pouco considerando algumas afortunadas e municípios com população bem maior.
Por outro lado, Santa Rosa é apenas o 123º no ranking da distribuição de renda per capita. Bingo! A população, em geral, não é tão “rica” assim. São poucas empresas que faturam muito? A grana está concentrada? Horizontina, por exemplo é a 60ª mais rica, mas aparece com destaque, em 14º lugar, entre os 497 municípios gaúchos neste quesito de renda por pessoa.
A CDL divulgou que o comércio estima elevar as vendas em 8% em relação ao ano anterior. Bom indício. Uma pesquisa da Unijuí apontou que 25% dos santa-rosenses devem gastar entre 100 e 200 reais com presentes de Natal, mas há quem gastará mais de mil. Ou seja, a grana não anda tão curta assim.
Noutro olhar, social, é visível o expressivo o número de padrinhos para projetos natalinos tocados por entidades. Pessoas mais dispostas a ajudar o próximo, a levar um sorriso ao rosto de crianças e jovens abrigados, como se estivéssemos ingressando em uma era mais fraterna. Não creio nisso. A cidade é voluntária, sim, mas é certo que a situação financeira melhorou muito nos últimos anos para a maioria. 
Vai melhorar mais, vai evoluir mais quando essas pessoas da margem conquistarem estudo ou opções para abrir a mente, olhar mais longe que o rico pobre ventre. Ainda é com a cabeça que começa a mudança.
xxx
E o Natal que ainda não veio... Não veio porque não temos mais tempo para ele. Tudo é pressa, tudo é ritmo louco, tudo convida ao infarto.
Mas já veio a chatice dos sons, dos carros, da zoeira sem fim... ninguém merece.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 19h20
[] [envie esta mensagem]



Livro de Antônio de Paula

 

 “Causos de Fatos” vendeu mais de 322 exemplares em menos de uma semana.

 

O Piquete Farroupilha literalmente ficou pequeno, tantos eram os amigos de Antônio Ailton Torres de Paula que foram prestigiar o lançamento do livro “Causos de Fatos”.

A concorrida sessão de autógrafos formou imensa fila na sede da entidade, na noite de sexta-feira, 30, e reuniu mais de 200 pessoas.

“Causos de fatos” vendeu mais de 80 exemplares somente na noite de estreia, uma marca impressionante para o mercado local. De forma antecipada foram comercializados outros 242 exemplares para apoiadores e amigos.       

A obra foi produzida por Sávio Hermes e Clairto Martin - Café Pequeno Edições, com ajuda de Roque Weschenfelder e Mó.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 18h21
[] [envie esta mensagem]



Do Livro - Imagens Poéticas

Estou, com o Sávio e alguns parceiros, a trabalhar no próximo livro meu. Com fotos de Luis Paulo Soares, do Jornal Noroeste, constituí um olhar plural sobre a cidade - gente, lugares, paisagens.

Está quase pronto. As poesias já. Agora é a hora da arte final.

Aguardem, para breve.

Um poema que estará no livro.

Meu rio

 

Essa serpente de água

Cruza de ponta a ponta

Uma cidade progressista

De uma gente nem tão santa.

 

Um Pessegueirinho sem flores

E que talvez nunca dê frutos

Meu rio é um morto-vivo

Que me deixa em permanente luto.

Pessegueirinho -

Volta e meia retomo o tema, em poesias, crônicas e visitas. Foi pauta do Eco Contos (ASES), do Mapa Hídrico e Poético (Sávio) e ressurge em todas as rodas de prosa.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 11h37
[] [envie esta mensagem]




Escola não é uma nota
Enquanto as escolas procuram a melhor forma de interpretar os números do ENEM, é bom olhar além da cortina.
A escola não é uma nota. Aluno não é uma nota, tanto que pode render mais ou menos afetado por qualquer evento psicológico. Quero crer que há múltiplas leituras possíveis para a tabela divulgada pelo MEC, a começar pela frieza que impõe ao lançar um número como isso definisse um trabalho. 
Estudei em apenas quatro escolas desde os anos iniciais ao ensino médio. Todas públicas. Depois vieram faculdade e pós, outros cursos. E de tudo, ficou de modo significativo a escolinha da Giruazinho, das letras primeiras, e o “Gecruz”, cujo nome correto era Escola Estadual Cruzeiro (que alguns ainda mencionavam carinhosamente por Ginásio). Para a “galera” do meu tempo era Gecruz, da mesma forma que o Da Paz era Gega até bem poucos anos atrás. 
A gente não estudava no Gecruz. Nós éramos Gecruz, dia e noite. Bons tempos aqueles, em que se “vestia a camisa” como se aquela identidade fosse uma marca, acrescentava um peso à gente. Nos dias atuais, é o Poli que se tornou a escola pública mais amada, pretendida, por Ene fatores, mas principalmente por estar na vitrine. Isso é cíclico.
Na década de 80, estar em um dos times do Gecruz que iria disputar as Olimpíadas Estudantis era a glória, era a chance de bater as potências do centro. Ser Gecruz era viver em turma, estar inserido em um grupo que se protegia, que partilhava times de futebol, festinhas nos finais de semana... A gente se afeiçoava à escola, não pelo seu nome, mas pelo que ela representava em nossas vidas fora dos muros.
Entendo o quanto pesa para uma escola “ir bem” na prova do ENEM. Para uma escola privada é o reconhecimento da sua qualidade de ensino, a coroação de toda uma caminhada em busca do topo. Para uma escola pública é a oportunidade de se nivelar às particulares e mostrar que a diferença pode ser superada com trabalho coletivo.
Entendo, sim, mas acho que se supervaloriza o resultado. É como se a nota pudesse medir a escola como um todo. Avaliar a média é muito "curto". Uma escola não é uma nota. Uma escola é família, é afetividade, pluralidade, amor e avaliação alguma pode medir isso.
No fundo, no fundo, ainda sou "Gecruz" e essa marca o amor construiu.
 



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 11h47
[] [envie esta mensagem]



(De um livro que pretendo publicar um dia)

 

Sou cão criado em apartamento

Em apertamento

Não aprendi a latir

E meus latidos

São sussurros

Que não assustam ninguém

Que nada exprimem

E riem quando forço

Um ai que entendem au.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 18h29
[] [envie esta mensagem]



O Orlando e a lenda


Escrevo agora para que não me tachem de oportunista mais tarde, quando as abóboras já estiverem acomodadas na carroça.
O presidente do Grêmio Paulo Odone, proferiu, no dia em que perdeu o pleito para Fábio Koff, uma frase fabulosa. “Perdi para uma lenda”. Odone fez uma boa gestão, trouxe o treinador Luxemburgo e alguns dos jogadores que são responsáveis pela campanha deste ano. Odone está concluindo o novo estádio, um gigante de concreto que mudará toda uma região de Porto Alegre e modernizará o clube. Paulo Odone fez um bom trabalho. Mas (tem sempre um mas) ele tinha contra si Fábio Koff, homem que conduziu o Grêmio em quase todas as suas gloriosas conquistas, aquelas que orgulham o torcedor. Em suma, Koff é uma lenda. 
Quando Odone disse “perdi para uma lenda”, estava triste pela derrota, mas ciente de seu lugar na história do Grêmio. E isso ninguém apaga. Perdeu por “ene” fatores, mas principalmente porque Koff somente poderia perder para ele mesmo, caso quisesse. 
De certa forma, essa frase se aplica ao prefeito Orlando Desconsi. Perdeu para uma lenda. Vicini é a soma da força da antiga Arena, do PDS, do PP, o que não é pouco quando se trata de Santa Rosa. E tem a seu favor três mandatos como prefeito e um como vice-prefeito, um tempo como deputado estadual e toda uma vivência comunitária como professor. Vicini é uma lenda.
Qualquer pessoa que não conheça a cidade, ao ouvir um comparativo entre a história política de Orlando e Vicini há de dizer que o atual prefeito fez uma votação magnífica diante da força do nome do opositor. Perdeu, é verdade, mas para um gigante.
É claro que os progressistas vão divergir, vão alegar que Orlando tinha a máquina administrativa, o poder da influência dos governos do Estado e do País a seu favor. Isso tudo pesa menos que o nome de Vicini, uma lenda. Fosse outro o candidato, o PP teria perdido.
Orlando fez um ótimo governo. Fez avanços em muitas áreas, obras que a cidade jamais apagará, como o prolongamento da Avenida América, a fase um da Avenida Bráulio de Oliveira, o Polo Moveleiro, a UPA, construiu vários e grandes postos de saúde, colocou em prática o Fundo Municipal de Cultura (um ato contra a mendicância cultural)... Daria para citar dezenas de obras.
O principal motivo de Orlando ter perdido a eleição não foi obras que deixou de fazer. Orlando perdeu para uma lenda, e só. Claro que há outros fatores, que ouvimos em qualquer esquina, que vão do conservadorismo de alguns setores até os buracos nos asfaltos das avenidas, o que é um atentado contra si mesmo em uma cidade que tem 35 mil veículos e 52 mil eleitores. E até o julgamento do Mensalão atrapalhou, respingou “m” aqui.
Falou-se em rejeição a uma parte do secretariado e ao segundo escalão do governo municipal, uma certa arrogância de algumas alas petistas, uma falta de mostrar os dentes para risos soltos, uma dificuldade para ser cordial... Em tese, as pessoas queriam que Orlando trabalhasse menos e bajulasse mais.  
Enfim, Orlando perdeu para uma lenda.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 18h26
[] [envie esta mensagem]



SEMENTES
os avós rasgavam a terra
para lançar o grão
colher o pão
encontrar à vida razão
 
herdei essa coragem
de forçar terrenos
abrir sulcos
lançar sementes
 
sem esperar colheita
que nem sei se virá
 
sei é que a vida
é mais indomável
que a aridez do homem
e ela não desistirá.
C.Martin


Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 13h18
[] [envie esta mensagem]



o show teve início...

 

Abra bem os ouvidos e a mente, deixe de lado a inocência/ingenuidade e acompanhe os horários políticos “gratuitos” e faça suas escolhas.

 

Seria uma boa se a Justiça mantivesse arquivo dos programas de rádio, tv, discursos e mídias impressas pelos candidatos, em qualquer esfera, e fizesse valer a fiscalização para penalizar aqueles que não cumprem com a palavra empenhada.

Perceba: se eu falto com a verdade, logo, estou agindo de má fé ou me vali da boa fé do outro, obtendo vantagem pessoal. Ou seja, cabe um processo criminal por falsidade ideológica, no mínimo. A questão é: quem monitoraria isso?

Poderia acrescer-se aí uma possível cassação diante do não cumprimento de “x %” da meta proposta (que sonho! São eles que fazem as leis). Ora, uma pessoa tem metas, uma empresa tem objetivos claros, uma instituição também, e há cobrança para lograr êxito. De modo que, nada mais justo, forçá-los a cumprir com os objetivos de campanha. No caso de quem exerce função pública, o trabalho quase sempre é até confirmar-se o resultado das urnas, daí vem o “ufa” de alívio e uma nova postura.

 

Em geral, as pessoas olham os programas eleitorais para escolher o melhor, e quase sempre acaba sendo o mais “anjo”. Bobagem, deveriam ver para descartar políticos. Assim ó: em Santa Rosa os buracos são tantos que é impossível não cair neles. Isso é fato e conversa em qualquer esquina. Se, se alguém prometer resolver o problema da buraqueira milagrosamente, é um mentiroso, e indigno do voto. Simples assim.

 

Já se fez a seguinte pergunta: se as eleições fossem abertas, sem candidatos oficiais, quem venceria? Lady Gagá, Fiuk, Faustão... aqueles que aparecem na TV e na net, sim, na internet, onde se liga a galera mais jovem e que faz a fama de alguns em um piscar de olhos. Fama e fortuna, quase sempre com grandes imbecilidades e futilidades.

E se fossem esses os eleitos, mudaria o país. Não! Nem para pior, afinal, pouco se aproveita do que está lá...

 

Falando em política local, algumas ideias partem da Câmara e que devem ser enaltecidas. Estou farto de ler sobre homenagens, destaques, sobre proposições completamente desnecessárias (digo aquelas que poderiam passar longe das tribunas). Mas elogio atitudes como a do Claudio Schmidt em mobilizar a comunidade para lutar pela segurança no trânsito na BR. Isso dá resultado, repercute, mexe com quem deve solucionar o problema.

Uma desta semana, do Valdecir Hemsig, é sensacional. Ele sugere ao município que instale climatizadores nas salas de aula das escolas geridas pela prefeitura, incluindo as creches. Fantástico. As escolas particulares já fizeram isso, quase todas com recursos das associações de pais. A realidade mostra verões muito quentes e invernos de enlouquecer, dias em que ficar sentado simplesmente torna quase impossível captar qualquer conhecimento. Se a Educação for prioridade, “está morta a cobra”.

 

Informações preciosas e de uso comum

Começou mais um censo demográfico. Ao contrário da ideia corrente de que é um levantamento para saber quantos são os brasileiros e onde moram, o trabalho é muito mais amplo. E, receber bem os agentes censitários é a ponta, a porta de entrada a um megaportal de informações, certamente o maior do país. É na resposta precisa que está o instrumento primeiro e maior do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Há anos fala-se que Santa Rosa tem 70 ou 80 mil habitantes. O último censo, de 2000, apontava 66 mil moradores, a imensa maioria na cidade. Na região toda, 2o municípios, apenas 229 mil pessoas. E esse dado preciso faz diferença, sim, porque o Governo Federal utiliza como instrumento para redistribuir recursos em todas as áreas, da Educação à Saúde.

Foi no compilamento destes dados e avaliando-os que estudiosos, professores e políticos concluíram que a região empobreceu nas últimas décadas ou que em determinados municípios a aposentadoria do INSS “salva a pátria” da economia. É a partir destas constatações que são possíveis ações de enfrentamento das mazelas e novas posturas.

Acessar o site do IBGE deveria ser algo comum a toda pessoa que vai investir, às entidades que desenvolvem ações em qualquer esfera, às empresas e até ao cidadão comum. Ali, estão disponíveis infindáveis dados sobre a população dos municípios e das regiões, a economia, as concentrações de renda, produtos da agricultura e das indústrias, enfim, uma gama de informações que, se empregadas adequadamente, podem fazer a diferença no sucesso ou insucesso de um empreendimento ou evento.

Vale o mesmo aos governos, das três esferas, e aos órgãos ligados a eles. Um olhar carinhoso e atencioso aos dados para que mudanças possam ocorrer para alterar as realidades, principalmente no acesso a condições dignas de vida. Se as autoridades tiverem senso, o censo pode ser muito útil.

 

 

Clairto M.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 12h13
[] [envie esta mensagem]



 

A história que não conheço


O quanto nós conhecemos da história de Santa Rosa é quase sempre igual aos quantos anos vivemos aqui.

Eu, por exemplo, nasci em Senador Salgado Filho (ou Giruá). Fixei residência aqui em 1988, e não fosse o fato de trabalhar na imprensa, devo confessar que o conhecimento histórico local seria pequeno. Aprendi entrevistando pessoas para o Noroeste, revista Fenasoja e especiais de resgate. Assim entendi a história do trem, a magnífica figura do Virgílio Lunardi – um visionário, e tantos outros pormenores.


Santa Rosa está por completar oito décadas, oficialmente. Se levarmos em consideração o período de Vila 14 de Julho, é mais velha: são praticamente 100 anos. Mas, segundo a historiadora Tereza Cristhensen, havia além dos índios, outros habitantes nesta região antes da chegada dos demarcadores de terras, especialmente aqueles que queriam ficar longe da civilização e perto das rotas de fuga.


Fala-se muito da época da Guerra Mundial, da perseguição, especialmente aos “alemães”, e não se menciona mais as degolas – que muitos asseguram ter feito vítimas em área que hoje abriga vila da cidade. Li há pouco dois dos livros da saga de Artur Arão, bandido para alguns e Robin Hood para outros, natural desse Passo das Pedras e que fez muitas estrepulias na região, a começar por Santa Rosa e Santo Ângelo, área do Coronel Bráulio de Oliveira, seu inimigo mortal. É um espetáculo ler estas obras, não a tomando como verdade absoluta 9até porque são literatura), mas com um olhar geográfico e do contexto histórico da região, do Estado e do País.


Há muitos tesouros históricos que aos poucos desaparecem, como alguns nomes de vilas, ou a frase “vou para Santa Rosa”, que era dita por quem morava em Cruzeiro. Hoje esse dizer soa estranho, quase em desuso, mas há poucos anos era normal, como se realmente fossem cidades distintas. A Estação Esquina (Cruzeiro), o caminho antigo que levava a Passo das Pedras (Giruá), a vila Bello Centro (Tuparendi) e tantas outras memórias não podem perder-se no tempo.

Bem faz a Prefeitura ao chamar os idosos do município para elaborar um livro que vá resgatar parte dessas lembranças, convertendo-as em fato ou ao menos em algo mais palpável às gerações vindouras. Vale lembrar que nem sempre a verdade é suprema, sempre tem outro lado, pois da nossa querida Xuxa, ao goleiro Taffarel e ao nazista Mengele há sempre um “mas” em toda a história. Se disser que Taffarel nasceu em Tuparendi me apedrejam, e o mesmo se escrever que a Xuxa morou primeiro noutra casa, antes da “Casa da Xuxa”.

Mas a nossa história é rica. Riquíssima e aos poucos ganhará novos elementos. Eu estou curioso para ler este livro de memórias.



 



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 16h29
[] [envie esta mensagem]



Última semana para inscrever-se no Festival Estudantil

Encerra na sexta-feira da próxima semana, dia 20 de agosto, o prazo de inscrição para o 1º Festival Canto Livre da Canção Estudantil, evento que é promovido pela Gaia e a Lanterna Mágica, com aval da LIC e patrocínio exclusivo da GirandoSol, empresa de Arroio do Meio.

O projeto contempla estudantes de todas as séries dos ensinos Fundamental e Médio das redes municipal, estadual e particular matriculados em escolas de Santa Rosa. As inscrições são gratuitas podem ser feitas nas secretarias das escolas e utras informações podem ser acessadas no blog www.cantolivreestudantil.blogspot.com

Os alunos podem concorrer nas categorias séries iniciais, ensino fundamental e ensino médio, com apenas uma música por candidato. Haverá prêmios em dinheiro, nas duas apresentações: na sua fase e também na grande final.

Na grande final concorrem sete representantes de cada categoria, selecionados nas eliminatórias. Há todo um esforço concentrado para que os estudantes mobilizem suas agremiações, com prêmios em dinheiro às três melhores torcidas e também um home teather, um televisor e aparelho de dvd às escolas que representam.

 



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h46
[] [envie esta mensagem]



 

Por favor, não façam isso!

 

Não posso silenciar contra os atos de vandalismos culturais que seguidamente vejo em Santa Rosa. Refiro-me ao descarte de livros, revistas e publicações impressas, tão comuns em nossos dias.

 

Os papéis ocupam espaço nas estantes, nas caixas, nos aposentos semivazios e incomodam. Sim, são estorvos a quem não se relaciona intimamente com eles. Alguns flutuam ao cheiro do papel envelhecido, entram noutra dimensão. Já outros, pensam em querosene e um palito de fósforo.

Ah, a internet está substituindo os livros, e os assuntos todos podem ser pesquisados a pronta entrega. Em tese, sim. Daí, alguns entenderem que o impresso ultrapassado é lixo. É não. Vi na TV noutro dia a história de um lixeiro que montou uma biblioteca somente com o que encontrou nas coletas de trabalho. O inútil de uns tornou-se preciosidade a outro.

Claro que, entre o que tem ou não valor, entra muito do passional. Por isso, alguns não conseguem se desfazer de um dentinho do primeiro filho ao passo que outros atiram ao lixo a edição original de um livro ou LP. Se puséssemos preço, deveríamos levar em conta exatamente o contexto, os envolvidos e a paixão pessoal.

Uma breve busca na internet e encontramos leilões de obras de Picasso a 100 milhões de dólares (o que eu considero absurdo, embora o comprador certamente pense o contrário). Há quem pague fortunas por carros, por jóias, por coleções de selos... O preço está ligado à afetividade, sem dúvida. Quando o assunto é arte ou cultura, uma simples revista pode significar papel reciclável ou uma fortuna. E nem sempre a associação “fortuna” está ligada a valor monetário...

Exponho assim porque há poucos dias, eu, o Horácio (USES), o Sávio e mais alguns amigos, reviramos o “lixo” atirado à rua por uma das famílias mais tradicionais da cidade. Noite fria e nós com lanternas catando raridades, entre a indignação e o desespero de não conseguirmos abarcar tudo. Lixo, neste caso, era uma montanha enorme de livros datados do início do século passado, revistas praticamente intactas de edições de Manchete e Cruzeiro (dos anos 60 e 70), publicações originais, inclusive do exterior, sem contar as relíquias familiares como o caderno escolar da série inicial de um dos homens mais ilustres de um ministério em Brasília e registros de uma empresa fabulosa da cidade. Salvamos o que nos interessava: livros e revistas. O demais foi levado ao amanhecer pelos garis.

Para a família em questão, certamente as publicações eram lixo. Para nós, literatos e amantes das artes, uma relíquia sem preço. Há cinco anos, o Dr. Paulo Steffen doou o acervo do seu pai à Associação de Escritores, que por sua vez, por falta de espaço adequado, repassou à Biblioteca Municipal. Eram centenas de livros, intactos. Não faz muitos dias uma vizinha pôs na rua (para o lixeiro levar) duas caixas com livros (que felizmente salvei). Livro não é para alimentar fogo, é para alimentar a alma.

Não cometam esse crime contra a cultura... Quem tiver livros e revistas antigas, não jogue fora. Estou, junto com alguns amigos, montando a primeira biblioteca comunitária de Santa Rosa, na garagem da minha casa. Precisamos de doações. Então, liguem que recolho, busco tudo. Eu e esses malucos amamos os livros e salvar exemplares do inglório destino é um prazer, sem preço.

Aceito seus exemplares – 8138 3980.



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 14h44
[] [envie esta mensagem]



 

 

O que muda uma realidade

 

Volta e meia me perco em devaneios de questões que permeiam a educação. Em parte, porque minha formação é o magistério, e em parte por ver o desleixo com que esta área é tratada por sucessivos governos, no tocante a salários, negligências tecnológicas, turmas com excesso de alunos, etc. Muito embora veja-me obrigado a admitir que a gestão Federal foi estupenda a este setor, sem no entanto deixar de atentar que os avanços estão voltados especialmente aos cursos técnicos (meramente formadores mão de obra às empresas) e superiores, esquecendo uma outra parcela importante.

Começo por recomendar a todos que vejam o filme Escritores da Liberdade, recente e baseado em uma história real transcorrida após a violência racial norte-americana da década de 90. Bárbaro, mágico, focado na atuação do professor, levando em conta seu verdadeiro amor à causa, sua vocação e as problemáticas sociais de periferia. Claro que não sei a média salarial de um professor nos EUA, certamente não deve ser tal qual no Brasil, e talvez este fator possa pesar no resultado final. Infelizmente, é difícil acreditar na boa vontade dos governos quando você percebe um profissional com instrução apenas razoável ganhar mais que um educador após 17 anos de estudos. Professor no Brasil implora salário, infelizmente.

Mas esse fato não pode justificar todo o descalabro das notícias diárias envolvendo escolas, onde aluno agride a socos, ameaça com faca e até dispara em professor, ou o contrário – educadores capazes de causar lesão grave na pele de uma menina porque estava ridiculamente pintada com motivos góticos. A reação sem nenhuma inteligência evidencia também o despreparo profissional e emocional de quem deveria estar lá para instruir a jovem. Há mais coisa errada que a pífia atuação dos governos e a desestruturação familiar.

Aqui quero chamar atenção ao filme mencionado. Ele cala fundo. E aí, transfiro à nossa realidade. Em Santa Rosa, algumas escolas despontam muito bem devido à coragem e doação de seus professores, que realmente vivem seus projetos. Cito como exemplo a E.E.Pedro Meinerz que sob a tutela do professor Roque colocou Santa Rosa no mapa literário nacional, premiando inclusive alunos. Ou o Álvaro Perini e esse grupo que põem em evidência a E.M.Pedro Speroni no atletismo. Ou aqueles que apostam na Raul Oliveira, hoje destaque no basquete. Ou o Carlos Schüler, ou a Maria Inêz Pedrozo.... Ou... Exemplos não faltam.

Realidade social também se muda com esperança. Se o jovem, esse que está concluindo o Ensino Fundamental ou está no Ensino Médio, não puder sonhar com futuro algum, ele vai se envolver com o que não presta e vai se deixar levar pelo que é fácil, principalmente as drogas, com reflexos diretos nas salas de aula, com violência, falta de respeito e ignorância. Ele precisa sonhar com sua vitória: na dança, na música, nas letras, no esporte... e ele conseguirá fazer isso com a ajuda de bons professores.

O que muda uma realidade, e por via de consequência a escola, não é só o governo com seus subsídios salariais ou as grandes obras feitas na estrutura física. Tampouco a origem dos estudantes. Uma das principais fontes de mudança é o professor, o espelho que está à frente do quadro negro, ele que cativa e inspira.

Aquele educador que está apenas esperando o tempo se cumprir até a aposentaria, que não sabe mais porque está na sala de aula, este deveria ir para casa cuidar dos filhos, netos e quem sabe cães.

 

 



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 09h54
[] [envie esta mensagem]



Encontro Literário

É o fim do livro? O Futuro do livro e da literatura
Debatedores: Marcelo Spalding e Martha Bonotto.
Mediação: Larry Wiznievsky
Data: 06/08/2010
Hora:19h.30min
Local: Teatro do SESC Santa Rosa
Entrada Franca

Oficina Literária
Escrita Criativa
O objetivo da oficina é promover o desbloqueio criativo dos participantes para a escrita literária por meio do uso de outras linguagens,como cinema,música e pintura. As atividades práticas são embasadas em conceitos teóricos fundamentais como o do narrador, de verossimilhança, de intertextualidade, concisão, tempo e espaço.
Ministrante: Marcelo Spalding
Data 13 e 20/08/2010
Local: Sindicato dos Empregados no Comércio (ao lado do SESC)
Hora:19 às 22h
Entrada Franca (inscrições limitadas)

Paulo Joner (Keko)
Agente de Cultura e Lazer
pjoner@sesc-rs.com.br/ Fone (XX55) 3512-6044
Sistema Fecomércio - SESC/RS



Escrito por Por Cê Martin e Dé Rodrigues às 16h11
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]